Por amor ao tricolor

Cristiano Barbosa Lima | Cristiano Barbosa Lima | 22/05/2012 12h59

Tricolores de coração,

como venho falando em blog atrás de blog, o jogo contra o Boca Juniors é uma verdadeira guerra nuclear para nós. Mas a batalha não fica apenas nas trincheiras entre as quatro linhas. Ela é muito maior. Somos a voz do Fluminense. Pensando nisso, meu amigo Leandro Bruno teve a sábia ideia de criar um panfleto de estímulo aos 36 mil guerreiros que estarão presentes  no Engenhão. Tive o privilégio de redigi-lo. Um pequeno grupo nosso também vai dividir os custos desta corrente que com certeza fará a diferença.

Amanhã é dia de tudo ou nada. Quem estiver no Engenhão deve apenas torcer e muito. Jamais vaiar nossa equipe. Mas o texto vocês, nobres tricolores, vão ler mais adiante na integra aqui no SRZD. Quem acompanha o meu blog conhece o meu amigo Leandro Bruno. Vira e mexe coloco algum palpite dele sobre as partidas do Fluminense. Já choveu cartas, e-mails e telefonemas na redação para saber se ele é pai-de-santo, isso quando ele acerta, mas quando ele erra... deixa pra lá.

Nosso time está mordido depois de ser garfado na Argentina. É a maior prova do medo e respeito que eles têm por nós. O Boca sabe muito bem que o Fluminense é o time mais temido das Américas. Eles também conhecem o poder da nossa torcida. Em 2008, os xeneizes tremeram num Maracanã lotado.

Tenho certeza que nossos guerreiros entrarão em campo com sangue nos olhos. E nós, das arquibancadas vamos pulsar as veias de cada um deles... somos todo o diferencial. Vamos jogar com o Fluminense. Até o mais pessimista dos tricolores sabe que quando cumprimos essa missão, o Flu se torna imbatível.

Tricolores, falta pouco para conquistarmos as Américas. Temos antes uma guerra nuclear com o Boca.  Sei que vamos dar mais um espetáculo de como torcer, incentivar o time e jogar contra o árbitro e o adversário. Sempre com nossa fidalguia e com muita paixão e amor ao tricolor. Lembrem-se: é tudo nosso!

Saudações tricolores!

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Poucas horas para a guerra nuclear tricolor começar

Cristiano Barbosa Lima | Cristiano Barbosa Lima | 17/05/2012 10h05

Tricolores de coração,

sem Fred, Deco, Wellington, Diguinho e Valência. É assim que vamos encarar o Boca Jrs, em plena Bombonera daqui a algumas horas. O talento de um time se faz pelos craques. Aqueles que têm o potencial de desequilibrar um jogo, principalmente, aqueles que são decisivos, como o de logo mais.

Comecei a torcer pelo Fluminense com apenas seis anos. Isso foi em 1980. Na época, tínhamos o seguinte time: Paulo Gourlat, Edvaldo, Tadeu, Edinho e Rubens Galaxy; Delei e Mário; Robertinho, Gilberto, Cláudio Adão e Zezé. Excelente equipe. Mas ela não durou muito. Nem por isso, deixei de torcer, acompanhar ou de ser apaixonado pelo meu pavilhão. Nem por isso, o Fluminense deixou de ser o Fluminense. Pouco tempo depois formamos a máquina do tricampeonato Carioca e do bi Brasileiro.

O que quero contar a vocês, nobres tricolores, é que nem só de craques vive o Fluminense. Nossa força está na nossa paixão pelo tricolor. Ela alimenta a camisa, de quem a veste, de vibração e contagia o jogador da ponta das chuteiras ao último fio de cabelo.

Mesmo sabendo que hoje é dia de guerra nuclear, não será o fim do mundo para o Fluminense, mas para o Boca, mais uma vez. É uma partida de 180 minutos. Confio plenamente no time que estará em campo essa noite. Mas antes disso, confio na nossa camisa, nas nossas cores e na força da nossa nação. Queridos aristocratas,chegou à hora de conquistarmos as Américas. E o time argentino vai mesmo é cair de boca...

Saudações tricolores!

 

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Abrimos de letra o ano de glórias

Cristiano Barbosa Lima | Cristiano Barbosa Lima | 14/05/2012 12h01

Campeões,

desde meados de julho do ano passado, o meu amigo Sidney Rezende criou esse espaço reservado a nós torcedores. Com isso, posso vibrar por ter sido o primeiro blogueiro campeão do SRZD! Até porque, o título sobre o pequenino Botafogo não teve a menor emoção. Foi muito fácil. Mostramos nossa grandeza, enquanto eles se afundaram de vez no poço dos pequenos clubes. Então, vibro mais pela façanha de inaugurar a galeria de títulos com o meu Fluminense campeão.

 

A partida de ontem apenas serviu para treinar o Anderson e o Vagner. Por causa dela, podemos ter perdido o Deco para o jogo de quinta-feira, contra o Boca Jrs, na Bombonera. Mas o dia de hoje está reservado para o 31º Campeonato Carioca do Fluminense. A final foi sem emoção, mas o título foi bem recebido. É muito bom ser campeão. O Fluminense é um time acostumado a glórias. Sem dúvidas, o caneco do estadual pode empolgar nossos guerreiros contra o Boca. Um incentivo a mais.

Thiago Neves está de parabéns. Sem Fred, Wellington, Diguinho, Valência e durante quase todo o jogo de ontem, sem o Deco também, ele foi decisivo. Jogou com extrema inteligência e por pouco o gol do título não foi dele. Melhor para o He-Man. Marcou de letra. Um presente para nosso guerreiro que perdeu no primeiro tempo uma oportunidade incrível.
Thiago renasceu na hora certa. Na hora da final do estadual, na hora mais decisiva do torneio Continental.

Com uma lista vasta, já citada acima, de jogadores no departamento médico, sobrou para TN7 a responsabilidade de conduzir o time no caldeirão da Bombonera.

Não me preocupei contra o Botafogo. Nem estou preocupado com o desafio de quinta. Como tenho dito desde o início deste ano, é tudo nosso. O título Carioca foi o primeiro da coleção de canecos que vai terminar no Japão em dezembro... Ou será que alguém ainda duvida da qualidade do Fluminense?

Cavalieri resgatou de vez o a boa fama da leiteria tricolor. Extinta desde 88 com a saída de Paulo Victor.Bruno provou ser um bom lateral-direito. Carlinhos é nosso velho conhecido e merece uma chance na seleção. A defesa é a parte que dá mais medo. Mas Gum tem crescido muito nos últimos jogos. Temos vários bons volantes. Entre eles, Valencia, Diguinho e Jean. Todos os três sabem sair jogando com a bola. Um diferencial! Deco definitivamente se rendeu aos encantos de ser tricolor e voltou a exibir o futebol mágico que o fez se consagrar nos gramados europeus. Wellington foi o presente que o Flu ganhou dos Céus. Marco Júnio também! E o Fred... é o Fred!  Abel ganhou meu respeito e confiança. Falta agora conquistar a Libertadores para eu colocar o busto dele na minha casa. Com isso, posso fechar repetindo minha frase: é tudo nosso!

Saudações tricolores!

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A guerra nuclear tricolor

Cristiano Barbosa Lima | Cristiano Barbosa Lima | 11/05/2012 11h13

Tricolores de coração,

posso definir a partida de ontem como uma batalha. No front tinham 11 guerreiros de um lado defendendo uma nação. Do outro, eram 12, não podemos esquecer o árbitro que comentarei mais adiante. O Fluminense mostrou o superior poder aéreo. Com ataques rasantes, sem nunca esquecer a retaguarda, salvo em um único vacilo do soldado Leandro Eusébio.

Fora de campo, Abel Braga definitivamente provou ser um general que sabe avançar com suas tropas nas trincheiras das Américas. Em campo, o infante e capitão Fred comandava os guerreiros que ora atacavam pelos flancos, ora por voos rasantes. Jean era um blindado que bloqueava o exército adversário impedindo que esse avançasse.

Nobres tricolores, o futebol nada mais é do que um espetáculo. Um teatro. Cabe a nós torcedores sabermos a peça que vamos assistir. Na de ontem, foi sobre uma guerra babilônica decidida na tática e na determinação dos nossos jogadores que contaram durante os 90 minutos com o calor da nossa torcida.

Abel, dessa vez acertou a marcação do time sem deixar de atacar. Soube mexer na equipe. Deco entrou visivelmente cansado ainda do jogo contra o Botafogo. As pernas do nosso maestro estavam pesadas. Ainda assim, era como sempre, a inteligência do time. A saída dele foi necessária. Valência ajudou o excelente Jean no combate no meio-campo e claro, deram muita velocidade na saída de bola. Edinho recuou e fez a função de líbero. Fred sentiu a perna e pediu para sair e deu lugar ao He-Man, sempre com raça. Sóbis ajudou no ataque e no meio de campo. Cansou e deu lugar a revelação Marco Júnio. Tudo devidamente perfeito.

Na Libertadores, a tendência é que as partidas sejam sempre batalhas, muitas vezes até apocalípticas! Por isso, a paciência da torcida é extremamente fundamental. E foi isso que vimos ontem. A torcida lá apoiando e incentivando nosso time. Tensa, mas apoiando. E quem não fica tenso quando jogamos com um juiz contra? Mas realmente, acho que esse tipo de árbitro - totalmente parcial - favorece e enobrece o espetáculo. Dele, sentimos uma raiva doentia durante a peleja. Mas sem ele, a vitória perde toda a dramaticidade...

Agora, vamos novamente aos domínios argentinos. Lá teremos mais uma difícil missão de combater aquele povo exaltado e conquistar o caldeirão do Boca. Certamente, dessa vez, será uma guerra nuclear...

Saudações tricolores!

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Nossas glórias já estavam escritas nas estrelas

Cristiano Barbosa Lima | Cristiano Barbosa Lima | 07/05/2012 15h45

Tricolores de coração,

enquanto  a soberba vive nos corações mais desiludidos, as sandálias franciscanas convivem naqueles que estão na mais divina camada aristocrática da sociedade brasileira. Vejam o episódio de ontem. Os porta-vozes da mediocridade cogitaram que o Botafogo tinha mais time que o do Fluminense só pelo fato de terem vencido o Vasco, sem o Dedé, claro.

Já estamos acostumados com isso. Por pouco não demos de sete de novo. Na verdade, poderia ser até demais gols. Um clube que ainda no passado preferiu valorizar um cão ao invés dos craques, não poderia ter um futuro tão bem traçado: uma mediocridade. Mas estou aqui para exaltar a nossa grandeza.

O Fluminense não precisou fazer uma atuação de gala. Jogou em ritmo de treino regido pelo maestro Deco. Mas nossas estrelas ofuscaram mais uma vez os holofotes do Engenhão. Thiago Neves barbarizou a defesa adversária. Jean foi sem dúvidas a solidez do combate e velocidade na saída de bola. Carlinhos tomou conta do lado esquerdo do campo. O jovem Marco Júnio - estreante numa decisão - mostrou que em Xerém se faz craques como no passado. E o Sóbis? Preciso falar alguma coisa? É o jogador das horas decisivas. Até os zagueiros cumpriram bem o papel deles. Apesar de que, marcar um modelo de perucas uruguaio, até o porteiro do meu prédio é capaz.

O grande papo nos bares, esquinas e arredores antes do jogo era a partida da próxima quinta-feira contra o Internacional. Realmente, até para o mais pessimista dos tricolores o foguinho não bota medo em ninguém quem dirá fogo...

Fred é um destaque sempre especial. Ele pintou a goleada (pouca) com mais uma linda bicicleta. Acredito que em breve ele vai virar garoto propaganda desse meio de transporte ecológico e esportista. E de bicicleta, o nosso capitão vai conduzindo o tricolor rumo às glórias que já estavam escritas nas estrelas...

Saudações tricolores!

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A arma apocalíptica das Laranjeiras

Cristiano Barbosa Lima | Cristiano Barbosa Lima | 03/05/2012 14h30

Tricolores de coração,

no futebol não há favoritismo, estatísticas, muito menos a matemática. A razão é tomada pela emoção, pela paixão que nos contagia desde o apito inicial da peleja. No ano do centenário do FlaxFlu, o clássico que vai decidir o Carioca é o Vovô. O mais antigo dos clássicos do Rio de Janeiro, do país.

 

Entraremos sem Wellington, Diguinho e Thiago. Os dois primeiros farão muita falta, enquanto o último tem um substituto que merece se consagrar nessa partida que sem dúvidas será épica: Lanzini - a jóia das Laranjeiras. Esse será apenas o começo de uma semana longa que terá na quinta-feira, jogo decisivo contra o Inter, pela Libertadores e terminará no outro domingo com a decisão do Estadual de 2012.

O último encontro contra o Botafogo foi em 1971. Vencemos com gol do Lula. Meu pai estava no Maraca e sempre me conta a história desse jogo. Na época, derrotamos a soberba do adversário que se dizia muito superior ao Fluminense e conquistamos o título daquele ano.

Atualmente, as equipes estão equilibradas, principalmente pelos desfalques do Fluminense. Mas enfrentaremos um adversário que não perde há 22 jogos e jamais foi derrotado por nós no Engenhão.

Porém, tudo na vida tem o seu tempo. Seja para nascer, crescer, amar, amadurecer, envelhecer e morrer. E nós tricolores jogamos com o verde da esperança misturado no encarnado do nosso coração. A mistura turbina nossas veias que jorram um sangue tricolor em campo. Alimento necessário aos jogadores do passado, do presente e do futuro. Essa é a grande arma devastadora e apocalíptica tricolor capaz de derrotar qualquer invencibilidade, escrita, macumba, adversário...

Saudações tricolores!

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Cavalieri

Cristiano Barbosa Lima | Cristiano Barbosa Lima | 26/04/2012 11h44

Tricolores de coração,

como já tinha previsto aqui mesmo, a Libertadores começou ontem. Também comentei que uma derrota por 2 a 1 ou 3 a 2 não seriam resultados ruins. Mas fomos um pouco mais longe. Conquistamos um bravo 0 a 0. Pena que não marcamos nenhum golzinho.

No futebol temos a normal mania de idolatrar o homem-gol ou o craque. É bonito ver um craque jogar bola. Mas há anos nas Laranjeiras, posso dizer que desde 1988, não sabemos o que é apreciar e vibrar com um grande goleiro. Uma posição ingrata. Até diziam no passado que onde pisa o goleiro não nasce grama. Ainda mais goleiro no Fluminense. Clube com uma vasta galeria como Marcos Carneiro de Mendonça, Veludo, Castilho, Félix, Paulo Victor.

Se firmar com a camisa 1 do tricolor se tornou a missão mais dura de todas. A nossa exigência que o diga! Mas já há algum tempo esse paulistano, tem se destacado na meta tricolor. Podemos dizer que ele é o responsável por estarmos na final do Carioca. Se não fosse por ele, tínhamos ficado naquela disputa de pênaltis na semifinal da Taça Guanabara com o Botafogo e não enfrentaríamos o Vasco na decisão.
Ontem, se não fosse por Diego Cavalieri não seguraríamos o empate com o Inter. Uma derrota por 1 a 0 seria péssimo negócio. Porque aqui, se o Inter fizesse um gol só, teríamos que marcar três. Sendo assim, Cavalieri foi o herói do empate de ontem, no Sul e aos poucos, vai conquistando a confiança da torcida mais exigente de goleiros bons no Brasil. A minha já foi conquistada.

Assistir uma atuação dedicada e nas Laranjeiras é algo perfeito... nossos guerreiros se empenharam ontem, assim como o Fluminense e a Brahma vem se empenhando nessa parceria perfeita. O bar temático que estar por vir e esses eventos durante nossos jogos fora de casa nutrem ainda mais a nossa paixão pelo Fluminense e claro sempre brindada com uma Brahma geladinha... um brinde a essa parceria e um brinde aos nossos guerreiros! Especialmente ao nosso guarda-metas Cavalieri!!

Saudações tricolores!

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É tempo de se aliar em casa

Cristiano Barbosa Lima | Cristiano Barbosa Lima | 24/04/2012 13h47

Tricolores de coração,

começamos uma nova etapa na Copa Libertadores da América. O verde da esperança está na nossa bagagem, em Porto Alegre. E o sangue do encarnado da nossa bandeira pulsa nas nossas veias e nas dos nossos guerreiros que amanhã terão uma batalha, no Beira-Rio.

Sem Wellington Nem, Rafael Sóbis, ganha os holofotes das suas fãs coloradas. Ele é um atacante lento, mas tem chutes e passes precisos. Além de ter estrela para decidir jogos. Gostaria de lembrar aos nobres tricolores que é agora que o torneio Continental começou de verdade. A hora de vencer dando goleadas ficou para trás e o momento agora é de correr ao encontro do caneco que já tem lugar reservado na nossa sala de troféus.

Lembrando do critério de gols fora de casa, uma derrota por 3 a 2 ou 2 a 1, não deixaria de ser um bom resultado para nós que decidiremos a vaga aqui no Rio. Mas na mente dos nossos guerreiros tem que está grifada a palavra vitória. Os nossos adversários estão divididos entre o jogo de amanhã e o de domingo contra o Grêmio, pelo Campeonato Gaúcho. Temos que saber explorar isso.

Como uma partida de xadrez, a Libertadores pode ser decidida por detalhes. Poucos erros são fundamentais e o nosso apoio ao time passa a ser mais que crucial para nos mantermos na briga. Estou confiante como sempre. Temos uma equipe de primeira linha. E o nosso técnico conhece muito bem o Inter, outro ponto favorável a nós.

Acredito que eles devem sair para o jogo. Nossa postura nos momentos iniciais da partida será o sinal de qual será o placar final. Mas nossa fé fora das quatro linhas é a nossa principal aliada. Por isso, convido todos mais uma vez para nossa corrente nas Laranjeiras, que é nossa casa.

Saudações tricolores!

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Pelos poderes das Laranjeiras, eu sou guerreiro!

Cristiano Barbosa Lima | Cristiano Barbosa Lima | 19/04/2012 10h21

Tricolores de coração,

em mais uma atuação de muita garra e determinação o Fluminense foi à Argentina e faturou mais três pontos no último confronto da primeira fase da Copa Libertadores.  Dessa maneira, terminamos esse primeiro obstáculo da competição Continental em primeiro da chave, para lá de difícil, e ainda podemos ser, dependendo do resultado do Vélez Sarsfield, o melhor time da fase de grupos.

Vencer na Argentina, mesmo uma equipe já eliminada, não é tarefa nada fácil. Como sabemos os hermanos nunca se entregam. Apesar de insistência de Abel em colocar o Edinho e a prematura saída de Wellington Nem, o nosso time honrou a camisa e fez jus ao apelido de time de guerreiros.

Sem Fred, poupado, a referência na área foi He-Man. E centroavante tradicional é isso mesmo. Com muita garra, disposição He-Man tinha autoridade na nossa linha de frente deixando sempre preocupados os zagueiros do adversário. E quando tudo parecia mais que perdido (após a péssima cobrança de pênalti de Thiago Neves), eis que surge o super-herói para salvar a pátria tricolor. Ele chegou voando quase rasteiro para definir o placar e fincar a bandeira tricolor no primeiro lugar da chave.

Num time com um elenco de guerreiros, repleto de craques e heróis, o Fluminense segue na linha da Justiça para ‘libertar’ a taça e levá-la heroicamente à aristocracia tricolor que é aguardada ansiosamente como a única que falta em nossa gigantesca e clássica coleção de títulos...

Saudações tricolores!

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Deco

Cristiano Barbosa Lima | Cristiano Barbosa Lima | 17/04/2012 14h52

Tricolores de coração,

amanhã, vamos encarar nosso último desafio na primeira fase da Copa Libertadores da América, o Arsenal de Sarandí. Apesar de já estarmos classificados para as oitavas-de-final, a partida contra os argentinos ganha contornos de dramaticidade, tendo em vista que uma vitória pode nos colocar em ampla vantagem nas fases seguintes.

Fred, poupado, não estará em campo. No lugar dele, He-Man. Mas o super-herói do Fluminense nesta temporada de 2012 assina como Deco. Um super-herói às avessas já que se trata de um luso-brasileiro. Ma nas quatro linhas é incontestavelmente um monstro do futebol.

Jogador de altíssima classe que como um autêntico craque nem sempre tem a obrigação de jogar bem. Bastam lampejos de extrema genialidade. Já o perna-de-pau, sim. Esse tem que deixar os dentes fincados na grama a cada partida.

O time do Fluminense tem jogadores de vários escalões. Jovens, muito jovens, bons de bola, craques e até aqueles que são perna-de-pau. Mas no quesito média de idade o Fluminense tem um time jovem para maduro. Quando Deco chegou às Laranjeiras em 2010, muitos diziam:

- esse é um velho!

Mas Deco é um maestro sem idade, isento de tempo, e transmite ao time do Fluminense confiança, otimismo, alegria e futebol arte. Outros contemporâneos dele, a exemplo do camisa 10, do Flamengo, já viraram ex-jogadores.  Deco não. Penso que ele já era craque desde a Guerra do Paraguai, do tempo da vacina obrigatória, da febre amarela. Por isso, assino aqui a vitória do Fluminense amanhã. E lugar de tricolor é nas Laranjeiras. Amanhã tem novo evento da BrahmaFlu.

Saudações tricolores!

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Urubu depenado com requinte de crueldade e Fluzão rumo à glória

Cristiano Barbosa Lima | Cristiano Barbosa Lima | 13/04/2012 11h25

Tricolores de coração,

como a vida é cruel para os flamenguistas... Vejam só. Ontem, ninguém falava do Flamengo. Bares, ruas, esquinas, estações de trens, periferias, desprovidas do uniforme deles. Nenhum comentário a respeito e parecia que nem iria ter um jogo do mengão mais tarde. O assunto dessas pessoas foi falar sobre a derrota do já classificado Fluminense. Detalhe, para o Boca Jrs!

Anoiteceu, eles pegaram uma fraca equipe, já classificada, em casa, e venciam. O outro jogo entre duas equipes pífias, do quinto escalão das Américas dava empate. A combinação dos resultados era o alimento que faltava para despertá-los. A partir daí, tudo voltou ao normal.

Começaram a fazer algazarra, berrar. Mas o pensamento deles não era a classificação para próxima fase, mas querer tirar sarro com os nobres tricolores.

Do alto da nossa humildade, assistíamos a toda aquela epopéia calados. Da infinita soberba deles vinham frases sem efeito ameaçadoras. Do tipo: - deixou chegar, agora já era. Certa vez vi uma entrevista que Nelson Rodrigues explicava exatamente a humildade e a soberba. Segundo o imortal tricolor, a humildade é para os papas, príncipes, reis. Já a soberba se for tirada do imigrante que lambe rapadura na beira da estrada, nada restaria a esse pobre coitado. Resultado: semana que vem vamos à Argentina brigar pela primeira colocação geral do torneio Continental calçados com as sandálias franciscanas. Já do pobre Flamengo foi o chororô...

Saudações tricolores!

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A derrota anunciada pelo próprio Abel

Cristiano Barbosa Lima | Cristiano Barbosa Lima | 12/04/2012 10h02

Tricolores de coração,

ser consciente em alguns momentos pode ser prejudicial. Em determinadas situações tomar parte da realidade pode levar ao medo. O ataque de consciência do técnico Abel Braga durante a semana foi o ponto necessário para que o Boca derrotasse o Fluminense na noite de ontem, diante de um Engenhão lotado.

Abel tomou consciência de que não sabe armar o time e as poucas boas atuações da equipe, neste ano, saíram da genialidade de alguns dos nossos jogadores e da determinação de outros. Mas Abel levou muito tempo para perceber isso. Dessa maneira, ele começou a usar a classificação antecipada no torneio Continental, a vaga na final do Carioca e a vitória na Bombonera como os grandes baluartes dele. Há algum tempo é sacal ouvir ou ler as entrevistas do treinador porque para ele virou um mantra lembrar da classificação, vaga,... Abel só comprova uma mediocridade de outro mundo. O discurso de um vencedor é outro. É fazer valer as conquistas, mas sem deixar de lembrar o potencial da sua equipe. Mas Abel não confia na equipe porque não confia nele mesmo e os jogadores já perceberam isso.

A prova foi atuação apática do Fluminense na abominável noite de ontem. Tirando Deco e Wellington Nem que realmente entraram para ganhar o restante do time estava disperso, nervoso, sem brios e sem confiança. Fred e Thiago Neves irreconhecíveis.  Lentos, trêmulos e sem confiança. Thiago errava passes de 10 centímetros. Fred tremeu na oportunidade de ouro que teve para concluir. A dupla de zaga, que só na cabeça do Abel é a melhor do Brasil, provou de uma vez por todas que estatística e futebol são praias muito distintas.

O discurso derrotista e conformista de Abel pedindo que a torcida compreendesse uma derrota para o Boca, antes mesmo da bola rolar, embriagou as veias dos nossos guerreiros com o líquido dos derrotados. E assim - derrotados - que eles entraram em campo. Realmente estar na final do Carioca e classificado na Libertadores com duas rodadas de antecedência é uma façanha. Mas se acomodar por isso é engraxar as chuteiras com a mediocridade. De nada vão valer os triunfos citados acima, que são o mantra do Abel para disfarçar a própria mediocridade, se não conquistarmos os campeonatos. Temos elenco para isso. Já é uma vergonha não conquistar uma vaga nem para as semifinais da Taça Rio. Será outra maior ainda se ficarmos em segundo no nosso grupo na Libertadores. Perder as duas competições então seria cair do céu ao inferno.

Mas continuo confiante na qualidade e experiência dos nossos jogadores. Ah! E claro, na sorte do Abel. Espero que a amarga derrota em casa de ontem sirva com lição para os dificílimos confrontos que estão por vir...

Saudações tricolores!

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Boca banguela

Cristiano Barbosa Lima | Cristiano Barbosa Lima | 09/04/2012 16h17

Tricolores de coração,

depois da Semana Santa, o Fluminense entrou na semana decisiva. Na quarta-feira o maior clássico das Américas - Fluminense x Boca Juniors, no fim de semana, rodada decisiva da Taça Rio.  No momento o foco está no confronto Continental. Uma partida que antes de começar já sabemos que terá contornos dramáticos, épicos,... Componentes indispensáveis em um grande espetáculo.

O Fluminense tem muita chance de terminar essa primeira fase da Libertadores da América com a melhor campanha. Fato que será vantajoso, pois vamos decidir todas as partidas nas próximas fases em casa. Mas qual torcedor em sã consciência não tem um receio em encarar o Boca? O meu amigo Leandro Bruno! Nessa manhã, encontrei com ele durante uma caminhada na orla da Barra. E de longe, quando me avistou, ele já gritava: - Vamos vencer com sobras nossos fregueses!!
Realmente, o Boca pode sair para o jogo aqui no Engenhão. Mas creio que eles virão para cá buscando um empate. Fator que poderá complicar o Fluminense. Todavia, se marcarmos um gol no início, eles vão ter que vir para cima, o que poderá facilitar nossa vida.

A torcida tem que dar espetáculo de novo. Ainda mais dessa vez que a partida é em casa. Se nós colocamos quatro mil na Bombonera, temos agora que entupir o Engenhão. Como disse acima, é um verdadeiro espetáculo, um clássico que deve ser degustado sem a menor moderação... Falo para aqueles nobres tricolores mais preguiçosos que esse é um daqueles jogos que ficam para sempre na nossa memória. Além de ser mais um da nossa campanha rumo ao título.

Quem não teve o privilégio de estar no Maracanã em 2008, agora é o momento de estar no Engenhão para assistir Fluminense x Boca Jrs. Já aqueles que assistiram a nossa epopéia há quatro anos sabem que o local de torcer na quarta-feira é incentivando o time e participando da festa, quem sabe com mais um belíssimo mosaico. Com mais um triunfo sobre os hermanos deixaremos de uma vez por todas eles sem dentes...

Saudações tricolores!

 

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Atmosfera perfeita nas Laranjeiras

Cristiano Barbosa Lima | Cristiano Barbosa Lima | 04/04/2012 16h32

Tricolores de coração,

no dia 20 de janeiro deste ano anunciei aqui no SRZD que o zagueiro Miranda estava prestes a ser contratado pelo Fluminense e faltava detalhes para que se concretizasse a transação. Ontem, fiquei sabendo que o Miranda não acertou com o Flu porque a esposa dele não queria voltar a morar no Brasil.

Pouco mais de dois meses se passaram e nessa tarde o empresário do Miranda, o Luizão, que também é empresário e amigo do Deco esteve reunido com a cúpula do futebol tricolor. Como Deco já acenou que deve se despedir do futebol no Fluminense, tudo leva a crer que o motivo da conversa voltou a ser a contratação do zagueiro que deve ser confirmada na janela de julho.

Outra boa notícia vem de muito longe... Lá da China. Pessoas ligadas ao nosso ídolo Conca disseram que o meia está insatisfeito de morar do outro lado do mundo. Mas o nosso argentino é muito grato ao povo chinês, local onde virou ídolo. Um dos motivos que pode agilizar o retorno do nosso guerreiro foi o nascimento do filho dele. Conca quer criá-lo no Ocidente. Por isso, Celso Barros e Peter começaram a montar um esquema de guerra para trazer o Conca de volta para casa em janeiro de 2013. Essa briga, sem dúvidas, é muito mais complexa do que a novela Miranda. Mas os bons ares que estão oxigenando as Laranjeiras dão a atmosfera perfeita para que o desfecho seja um ‘grand finale’ a favor do tricolor...

Saudações tricolores!

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Não adianta secar o Fluzão

Cristiano Barbosa Lima | Cristiano Barbosa Lima | 03/04/2012 17h40

Tricolores de coração,

deu curto nos aparelhos de secar. O resto anda com os secadores ligados em força máxima, mas eles acabaram queimando... Isso porque Fred não tem problema nenhum em coxa ou virilha e já o Valência, vai ficar parado por duas semanas. Tempo suficiente para ele se recuperar para as finais do Carioca e pode estar em campo até mesmo na nossa última partida da primeira fase da Libertadores, contra o Arsenal, na Argentina.

Nossos guerreiros titulares ganharam folga merecida, enquanto o restante está trabalhando firme e se preparando para o jogo contra o Madureira. A partida vai ser no Conselheiro Galvão e já estou farto das reclamações quanto ao estado de campo dos times chamados pequenos. Primeiro, isso não é justificativa para tropeços. Segundo, passou da hora do Fluminense investir no estádio das Laranjeiras.

Por falar no tricolor suburbano, não acredito que o Fluminense terá muitas dificuldades nessa partida. Inclusive, aposto até em um placar com sobras. Mas a partida mais aguardada pela torcida é sem dúvidas contra o Boca Jrs, no Engenhão. Apesar do estádio ter uma péssima acústica, temos que dar um show nas arquibancadas. Será que vai ter mosaico? O que é certo é que vai ter muito aparelho de secar ligado na hora do nosso jogo...

Saudações tricolores!!

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Laranjeiras brilhando e Fluzão classificado

Cristiano Barbosa Lima | Cristiano Barbosa Lima | 30/03/2012 14h30

Tricolores de coração,


o que é bom deve ser sempre divulgado. Mas quem divulgaria aspectos que estão dentro dos portões de Álvaro Chaves? Será que é interesse dos confrades de profissão chamar a atenção dos leitores a respeito de coisas grandiosas que começam a se erguer no reino das Laranjeiras? Mas não posso deixar os nobres tricolores desinformados a respeito disso.


Vamos primeiramente voltar ao jogo contra o Boca Jrs, na Bombonera. A torcida apaixonada e destemida que esse time hermano tem pode muitas vezes ameaçar uma visita até a bela capital Argentina para prestigiar o jogo do time de coração. Mas com belo trabalho realizado pela atual diretoria tricolor, quatro mil torcedores tiveram o privilégio de assistir ao show que o Fluminense deu em plena Bombonera.  Inúmeros amigos meus que lá estiveram contaram entre tantas coisas que no caminho do estádio o contato visual com os barra-bravas era impedido por paredes de tapumes. Tudo minuciosamente pensado para gerar total segurança e conforto aos nossos intrépidos torcedores.


Uma casa deve ser erguida pelas paredes e não pelo teto. Dessa forma, o Fluminense começa a resgatar sua inabalável tradição junto aos torcedores. No projeto ‘Seja-Sócio’, por exemplo, conquistamos inúmeros novos associados. Uma receita a mais para o clube. Mas isso de nada serviria se a sede não estivesse em estado tão aristocraticamente perfeito.


Ontem, por intermédio de uma inteligente parceria, o Fluminense mais uma vez promoveu a segurança dos tricolores dispostos a assistirem reunidos ao jogo contra o Zamora. Ao invés da nossa torcida ficar exposta em bares, em contato com secadores de plantão, Fluminense, Brahma e Oi fizeram um evento para lá de organizado na quadra do clube.


Três telões gigantes, acústica perfeita, cerveja gelada e tira-gostos perfeitos, tudo em preço quase de custo. Resultado: a satisfação de assistir a classificação para próxima fase da Libertadores dentro de casa. Sem falar da cada vez maior aproximação da torcida tricolor com o clube que conta a história do futebol, do estado do Rio de Janeiro e até da República em cada parede, vitral, azulejo, escudo que estão presentes dentro da nossa histórica sede.


Esse significado de ser Fluminense está sendo gritado aos sete cantos do Continente. Agora com um porta-voz pra lá de carismático. Com mais estrelas que um general depois de tantas vitoriosas batalhas levando no peito o nosso pavilhão: Romerito. Mais um gol de placa marcado pela tabelinha Brahma e Flu. Devo ainda ressaltar dois nomes que devem ser brindados por tão grande mérito: Peter Siemsen e Rafael Pulcinelli. O primeiro todos conhecem. É o nosso presidente que a cada dia dá mais provas que vai fazer história no clube. O outro é o gerente executivo de esportes da Ambev. Com a união de trabalhos bem realizados quem ganha é o Fluminense e nós torcedores.


Nas quatro linhas, uma partida burocrática. Posso dizer que quase sonolenta se não fosse pelo juiz equatoriano que deve ser chavista e por isso não marcou um pênalti claro em Wellington Nem. Depois de dar todas as chances possíveis ao Thiago Neves, ainda sem ritmo devido ao afastamento dos gramados por causa de uma contusão, o técnico Abel Braga, conseguiu ouvir os gritos do meu amigo Leandro Bruno que pedia exaltadamente a entrada de Lanzini. Abel foi além e contrariou o Leandro e boa parte da nossa torcida ao colocar Rafael Sóbis no lugar de Wellington. Mas era dia de festa. E depois de tão caprichada recepção aos torcedores nas Laranjeiras quis o destino honrar a todos com a classificação com duas rodadas de antecedência para as oitavas-de-final e com gol de Sóbis, em falta sofrida por Lanzini. Assim todos - Abel, Leandro Bruno, Sóbis, Lanzini, Thiago Neves, Welligton,  e todos os tricolores neste e no outro mundo ficaram felizes.


Não posso também deixar de destacar o Diguinho. O único guerreiro em campo. Em tempos de batalha nas Américas, nossa fábrica de armamentos nas Laranjeiras deve e tem que crescer cada vez mais...


Saudações tricolores!

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Fluzão 100%, urubu sem nada, nem mesmo tem mais a maior torcida

Cristiano Barbosa Lima | Cristiano Barbosa Lima | 29/03/2012 09h45

Tricolores de coração,


temos hoje a chance de carimbar o passaporte para as oitavas-de-final do nosso grande compromisso desse semestre que é a Copa Libertadores da América. A partida vai ser contra o fraco Zamora na Venezuela e a esperança é que em casa eles saiam para o jogo, ao contrário da retranca que eles fizeram aqui no Rio.


Em ano de centenário do FlaxFlu, começamos bem. Primeiro com o retorno de Thiago Neves que recuperado de uma contusão volta ao time esta noite. Segundo com o nosso elenco que é 100 vezes melhor. Afinal, estamos na final do Carioca e a uma vitória da segunda fase da Libertadores, com duas rodadas de antecedência. Já na urubulândia da zona sul, eles também estão 100... nada! Inclusive nem são mais a ‘maior’ torcida do Brasil...


Convido a torcida para participar hoje da festa nas Laranjeiras. O evento promovido pela Brahma é feito para reunir os tricolores em uma corrente única. Vale à pena assistir a peleja ao lado só de tricolores no conforto aristocrata que a nossa sede nos oferece.


Saudações tricolores!

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Flu, Liberta, superação e flapress

Cristiano Barbosa Lima | Cristiano Barbosa Lima | 28/03/2012 14h22

Tricolores de coração,

em tempos de Libertadores, título inédito na nossa vasta galeria de glórias, a superação é o ponto crucial para alcançar o sucesso. O Fluminense que andou anos abandonado nos anos 90, vem se superando constantemente. Atualmente, temos uma folha de salarial altíssima e paga em dia. Nosso elenco é forte. No jogo contra o Boca Jrs, na Bombonera, quatro mil guerreiros estiveram presentes em uma partida realizada durante a semana. Esses são alguns grandes exemplos de superação.

Nosso time chegou hoje na Venezuela onde encara amanhã o Zamora. A viagem longa e desgastante, sem dúvidas, deixou nossos jogadores cansados. Cabe agora a eles se superarem lembrando da conta bancária gorda e da possibilidade de conquistarem uma vaga para as oitavas-de-final com duas rodadas de antecedência.


Ontem, jantei com um grupo de amigos nas Laranjeiras. A sede estava bem lotada porque era dia de reunião do Conselho Deliberativo para aprovação de contas. Entre tantos associados, estava o ex-presidente Horcades. Encontrei também com o atual, Peter Siemsen e fiz questão de elogiar o bom trabalho que vem sendo realizado no nosso Fluminense. Destaquei bem o projeto Seja Sócio, onde mais de 2500 tricolores tiveram a oportunidade de se associarem ao clube e ainda de terem o direito a ingressos por apenas 10 reais.

Infelizmente, nem todo mundo pensa grande como o presidente Peter Siemsen. Coube a um conselheiro escrever uma carta contraria a inclusão de novos sócios porque não está sendo cobrada a jóia. Vale lembrar que com um número maior de associados aumenta o faturamento do clube. E um time vive de títulos e sócios. Vale lembrar também que esse mesmo conselheiro xingou com palavrões na tribuna do Fluminense um jornalista que por acaso já trabalhou comigo, o chamando de flamenguista. Na ocasião até escrevei uma coluna dizendo que o tal ‘flamenguista’ era botafoguense e que já cobriu o Fluminense com extremo profissionalismo. Só relembrei essa historia fatídica mostrar o ‘nível’ de alguns conselheiros que teimam em dizer que amam o Fluminense.
Em tempos de superação algumas pessoas que só atrapalham deviam se superarem e abandonarem o clube. Pena que não podemos exigir o mesmo da flapress. Mas esses estão sendo superados pelo nosso grupo de jogadores talentosos. Eles estão tão unidos que ficam blindados a notícias mentirosas...

Saudações tricolores!

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Fluzão dita o ritmo das Américas

Cristiano Barbosa Lima | Cristiano Barbosa Lima | 26/03/2012 17h00

Tricolores de coração,


futebol não é apenas a arte de saber  jogar. Inúmeros fatores fora das quatro linhas podem melhorar ou detonar o desempenho de um time. No caso do Fluminense, temos uma penca de fatores que colaboram com o excelente momento que vivemos na principal disputa desse semestre que é a Copa Libertadores da América. O primeiro deles é a nossa torcida, sempre empolgada, apaixonada. Ela pulsa e bombeia nossos guerreiros no campo. A união do grupo tem que ser levada em conta. Os jogadores formaram um grupo só, independente de quem é reserva ou titular. Mas um fator que me chamou a atenção nesses dias é a dedicação e empenho dos nossos craques. Fred e Deco, com todo excelente trabalho feito pela comissão técnica e por eles também, seguem o ano em forma e livre de lesões graves. Thiago Neves sofreu um estiramento na coxa, se dedicou o máximo e já deve estar de volta na quinta-feira, contra o Zamora, na Venezuela.


O empenho do Thiago foi tão grande que ganhou destaque nos noticiários sobre o Fluminense nos últimos dias. Nobres tricolores, estou chamando a atenção de um fato incrível. Não basta ter vários craques em um time se eles não quiserem se empenhar, não se unirem, com salários em dia ou não. Nosso grupo está ‘fechado’ e com isso estamos blindados contra qualquer processo que possa perturbar a paz dos nossos jogadores ou mesmo incomodar os mais exaltados tricolores. Se o grupo estivesse blindado no ano passado, poderíamos ter nos saído bem melhor na Libertadores. Não existiria ratocys, ‘sheiks-paraguaios’ ou qualquer coisa desse tipo.


É nítido no semblante de cada guerreiro, a disposição, o sangue nos olhos, isso é uma virtude dos vitoriosos. E nesse embalo fora das quatro linhas seguindo o ritmo que vem da palma da mão e dos tambores nas arquibancadas que o Fluminense vai chamando seus adversários para a dança libertadora em campo, que vai nos levar ao topo do baile Continental.


Saudações tricolores!

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Aburrel, pede o papel higiênico e sai do Fluminense!!

Cristiano Barbosa Lima | Cristiano Barbosa Lima | 17/03/2012 18h28

Tricolores de coração,


muitos amantes do futebol devem estar se perguntando:
- como pode o Fluminense vencer o Boca Jrs na Bombonera e perder para o fraco Flamengo e tomar uma sacode do inexpressivo Macaé?


Respondo prontamente que são jogos diferentes. Não apenas por serem competições de grandezas incomparáveis, mas por conta de três jogadores: Fred, Deco e Thiago Neves e de um enganador. Nobres tricolores, fica fácil comandar um time que conta com Fred, Deco e Thiago Neves além de outros bons jogadores como Valência, Diguinho, Bruno e claro, o Wellington.


Vamos por etapas. Quando os titulares jogaram pela primeira vez, o time estava completamente desorganizado. Com um tempo, o talento dos jogadores superou a falta de esquema tático e o time começou a jogar muito bem. A prova da teoria acima é que nossos reservas misturados com alguns dos titulares são um bando em campo. Dessa maneira fica nítido que o responsável por esse treco que vimos ainda há pouco contra o Macaé só é chamado de futebol na cabeça de quem não tem cérebro. A mesma pessoa que teimou em deixar o Sóbis de titular. Que insistiu com o Edinho. Por pouco não deu chances ao Wellington e ao Valência. Esse cidadão ainda tem a petulância de vir a público e manifestar sua opinião blasé sobre a revolta de Deco ao ser substituído na pobre vitória sobre o não conhecido Zamora na última quarta-feira.


Acredito muito que o Fluminense vai conquistar a Libertadores esse ano. Como disse: o Fluminense. Claro, sem deixar de ressaltar a importância do nosso forte elenco, apenas desprovido de zagueiros. Mas mesmo sem defensores de nível, temos time para chegar. Vejam bem, esse título não poderá jamais constar no currículo do Aburrel Praga. Nas mãos de um bom treinador, nosso time reserva estaria voando e o titular seria o Barcelona das Américas. Faltam quase duas semanas para o próximo jogo contra o time da Venezuela. Ou seja, mais uma vez dá tempo dos dirigentes mandarem o Aburrel embora já que ele é incapaz de dar descarga e sair...


O título da Taça Guanabara não pode ser uma muleta para ser usada em todas as derrotas. Antes era a arbitragem. Mas e agora depois de levar uma surra do timinho do Macaé? Isso é o Fluminense Football Club. Não é palhaçada. Um descerebrado não pode jogar no lixo a nossa imagem por conta de estarmos na final do estadual. Se for assim, é melhor não conquistarmos o Mundial. Já pensou? Fluminense campeão do Mundo, depois sofre seis goleadas seguidas para times pequenos, de 5, 6, 7 a 0. Aí vem um Aburrel da vida e diz:
- a torcida só reclama, fomos campeões do mundo.


Nossa torcida não reclama, cobra. Afinal, como disse isso não é time lá dos cafundós das Arábias é o Fluminense e deve ser tratado com respeito.  No momento a única coisa que há de ser feita é mandar o Aburrão pra fora já que ele não consegue sentir nem uma dor de barriga para pedir demissão...


Saudações tricolores!

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Fluzão segue firme no caminho de conquista das Américas

Cristiano Barbosa Lima | Cristiano Barbosa Lima | 15/03/2012 12h02

Tricolores de coração,


seguimos com passos firmes na Copa Libertadores da América. Conquistamos mais uma vitória ontem sobre o inexpressivo Zamora. O placar apertado não significa motivo para críticas em vão. Jogamos contra um time completamente retrancado e com um bandeirinha que no segundo tempo só sabia levantar a bandeira para qualquer jogada.  Perdido com as rápidas investidas de Wellington, He-Man e às vezes Fred, ele preferiu levantar sempre a bandeira mesmo quando estes não estavam adiantados.


O primeiro tempo apático se deve a insistência de Abel Braga com o Rafael Sóbis. Deco ficou sozinho com a função de armar enquanto Sóbis não existia dentro das quatro linhas. Não sei qual é o problema de Abel com o jovem Lanzini. A volta de Leandro Eusébio no lugar de Digão, não fez diferença ontem,  já que os venezuelanos vieram para empatar, mas Digão não pode ser banco do Leandro Eusébio.


No mais, o Fluminense vem provando que é o melhor time brasileiro desta temporada. Conquistamos a Taça Guanabara e a vaga na final do Carioca. Estamos a uma vitória do fraco Zamora para garantirmos vaga nas oitavas-de-final da Libertadores. Em campo, nosso time vem jogando muito bem e com uma disposição de quem está focado em títulos. Valência, Diguinho, Bruno, Cavalieri e Wellington crescem mais e mais a cada jogo. Deco e Fred são os craques, fora o Thiago Neves. Queria só que Abel desse mais oportunidades ao Lanzini e ao Digão para que eles pudessem acompanhar também o crescimento do time.


Temos agora duas semanas de preparação para o próximo jogo. Acredito que a partida na Venezuela será menos complicada que aqui no Engenhão. Provavelmente, em casa, os adversários devem sair mais para o jogo o que facilitaria muito para o nosso meio-campo e ataque. Entretanto, em busca de um título inédito como esse Continental, vencer por 1 a 0 é goleada.


Saudações tricolores!

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O laço eterno tricolor

Cristiano Barbosa Lima | Cristiano Barbosa Lima | 12/03/2012 16h15

Tricolores de coração,

não fui ao estádio ontem. Meu foco agora é a Copa Libertadores da América. Sendo assim, assisti a peleja ao lado de um amigo tricolor e de outro rubro-negro. Este apesar de ser flamenguista, é pra lá da elite, ou melhor , da ‘Tropa de Elite’. É o ator Sandro Rocha que deu um show representando um policial militar corrupto nos cinemas.

Após vencermos um verdadeiro clássico de uma verdadeira competição, Abel fez muito bem em preservar nossos jogadores principais: Fred, Deco, Wellington e Thiago Neves. Carlinhos e Digão (espero que seja o titular na quarta-feira) também tiveram descanso.


Com isso, nossos guerreiros sem ritmo de jogo, treinaram diante de um adversário depenado e em constante queda-livre. Ainda assim, tivemos as principais chances de gol da partida que esbarraram sempre nas mãos de Paulo Victor. Um nome de um herói da minha geração de tricolores e que na partida de ontem, se transformou num vilão.

O que nos interessa é uma vitória sobre o inexpressivo Zamora da Venezuela. Como ela, permaneceremos com os 100% de aproveitamento no torneio Continental. Vejo que será um jogo fácil, mas que nossos bravos guerreiros precisam entrar em campo com sangue nos olhos. Não podemos dar bobeira depois do feito inigualável da última quarta quando calamos o Boca.


Amanhã, apesar do Engenhão, apesar do horário, apesar de todos os pesares, nossa torcida tem que comparecer maciçamente. Como já disse outro dia, esse ano é tudo nosso. E para que nenhum dos nobres torcedores se arrependa lá na frente por não ter visto o inédito título da Libertadores de 2012, têm que ir ao estádio prestigiar, aplaudir e incentivar nossos talentosos guerreiros. Esse é o nosso destino, o laço eterno que vem do coração das arquibancadas e invade as veias dos nossos guerreiros nas quatro linhas.


Saudações tricolores!

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Boca calada

Cristiano Barbosa Lima | Cristiano Barbosa Lima | 08/03/2012 11h16

Tricolores de coração,


para qualquer um dos mortais, a camisa que vestimos no dia-a-dia para trabalhar, namorar, ir ao cinema é igual a meia. Qualquer uma vale. Para o Fluminense não. A camisa para o Fluminense é tudo. Quantas e quantas vezes vimos a mesma cena? Quando o time não corresponde, a camisa é içada. Nessa hora não há adversários, juízes, bandeirinhas. Todos tremem e ficam intimidados e batidos por ela.


A incrível vitória de ontem sobre o Boca Juniors, time invicto há 36 jogos, dentro da Bombonera, teve um conjunto de fatores dentro das quatro linhas e fora delas. A vitória não foi apenas dos nossos bravos e talentosos jogadores. Mas de nós torcedores também. Aliás, time e torcida se completam numa integração sagrada e definitiva. Uma torcida que não se abate com a derrota. E confia sempre no sucesso do seu eternamente amado clube. E nessa combinação de plenitude - camisa + torcida + talentosos guerreiros - o Fluminense calou a Bombonera.


O time entrou com sangue nos olhos. E aquela vitória contra o Vasco na decisão da Taça Guanabara, vista por quase todos os torcedores como a grande apresentação do time no ano, foi apenas o primeiro passo para atingir a perfeição demonstrada ontem. Digão voltou a ser o Digão de 2009. Fez uma tremenda partida. Espero que não saia mais do time. Bruno, Valencia, Carlinhos e Diguinho fizeram um partidão. Cavalieri ganhou confiança e finalmente provou a nós todos que temos alguém para guardar com sete chaves a nossa meta. Thiago Neves fez a melhor partida dele pelo Flu desde que voltou. Mas o Wellington, Deco e o Fred deram uma aula de futebol... Já ouvi hoje cedo pelas esquinas da boca de tricolores mais experientes que o Wellington reencarnou o Orlando. Sim, o grande Orlando Pingo de Ouro que não tive o privilégio de assisti-lo em campo, mas sei do quanto ele era fantástico com a bola nos pés. Aqueles que não sabem da história dele, Orlando jogou de 45 à 54 no Flu, marcou 186 gols em 310 partidas e conquistou vários campeonatos, entre eles, o Mundial de 1952. É o bom presságio do futuro próximo que nos aguarda há exatos 60 anos. O mundial que Wellington, Fred e Deco e Cia vão buscar em dezembro para nós...


Saudações tricolores!!

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La Bombonera é tricolor

Cristiano Barbosa Lima | Cristiano Barbosa Lima | 05/03/2012 17h26

Tricolores de coração,
não é à toa que somos

 o time de guerreiros. Talvez este seja um dos adjetivos mais sábios de toda nossa longa história de glórias que mais corresponde com as tradições do Fluminense Football Club. Basta notar pelo próprio hino nessa parte: "...vence o Fluminense com sangue do encarnado, com calor e com vigor..."


Alguns secadores de plantão estão dizendo pelas esquinas que a Bombonera vai estar lotada. Como se isso fosse meter medo ou intimidar nossos bravos guerreiros que estarão em campo e fora dele. Já temos 2.500 tricolores garantidos no estádio hermano. Número recorde!! Quem vai se intimidar e se borrar vão ser justamente nossos adversários. Eles que hoje em dia já nos conhecem por nome e sobrenome...


Nas quatro linhas minha única preocupação é a jurássica de sempre: a defesa. Realmente, não compreendo por que justamente o nosso pior setor, desde o ano passado, não foi reforçado. Mas espero que na garra e no talento do nosso meio-campo para frente, possamos conquistar mais uma incrível vitória.


Na Taça Rio, vencemos com sobras... Dois gols de Sobis que voltou a marcar. Já são três anotados por ele em dois jogos. Que bom. Espero que aos poucos ele consiga retornar ao futebol que levou ele à seleção brasileira.


Ouvi muita gente reclamando porque o Abel escalou o time reserva na estreia do segundo turno. Dessa vez, farei a defesa dele. O Fluminense só deve escalar o time titular nessa segunda parte do Carioca em clássicos ou quando o calendário apontar algum jogo mais distante da Libertadores. Fora isso não tem motivo de escalar nossos principais jogadores e arriscar alguma contusão. O momento é de focar na competição Continental.


O fisioterapeuta e meu amigo Leandro Bruno está na nobre tropa citada acima dos 2.500 super-guerreiros que vão incendiar a La Bombonera, nesta quarta-feira. Tomado de um sentimento de fidalguia, o entusiasta tricolor prevê mais um jogo antológico. E disse que vai trazer ao lado de outros inúmeros nobres e inflamados tricolores, como o André Barbosa, a vitória como um prêmio aqueles que não puderam ir à Buenos Aires.


Saudações tricolores!!

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É tudo nosso

Cristiano Barbosa Lima | Cristiano Barbosa Lima | 27/02/2012 08h55

Tricolores de coração,

como já havia antecipado na última postagem, chegou o tempo daqueles que não viram. Agora, eles acreditam, respeitam, veneram o único e verdadeiro manto.  Sim, a apresentação de ontem foi do manto tricolor. Não estou tirando o mérito dos nossos guerreiros galáticos. Mas ontem, na vitória com sobras sobre o Vasco, o protagonista foi o manto. Quando os jogadores vestem verdadeiramente ele, as cores do pavilhão penetram na corrente sanguínea e os embriagam com néctar da vitória. Nobres tricolores, não há como falar de um triunfo como o de ontem sem comentar sobre o lado místico.


Só analisando por este lado que podemos ter a visão que nos separam dos boçais. Os mesmos que criam mantras, escondidos em tabus furados com a intenção de derrotar a nossa grandeza. Mas está provado que o Fluminense, que nasceu gigante, está acordado e cercado da áurea eterna da superação.


Nas quatro linhas, os guerreiros se multiplicavam e quase não dava para ver camisas vascaínas. Quando muito, uma ou outra, trajada por algum pobre e desesperado jogador, que percebia que a hora deles havia chegado. Na retaguarda comandando a artilharia pesada estava o luso-brasileiro mais Fluminense de todos: Deco. Com farta visão de jogo ele acabou com a vida do lateral do Vasco que tem nome de um cantor tricolor, Fágner.  Eram incontáveis bolas nas costas deste pobre jogador que deve estar nesse momento, como um moribundo no seu leito de morte.


Do mesmo deve estar o zagueiro Dedé que é bom, mas não tanto como o original dos Trapalhões... o coitado sofreu pesadelos com Wellington Nem e Fred. Sem dúvidas estes três, Deco, Fred e Nem, foram as grandes armas do Fluminense.  Sem esquecer do partidão que Diguinho, Valência e Bruno fizeram.


Os nossos guerreiros voltaram a trajar nosso manto com o coração. Dessa maneira posso afirmar que somos imbatíveis e que o mais pessimista dos torcedores já deve ter percebido o óbvio: é tudo nosso esse ano!


Saudações tricolores!!

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Não há mantra nem tabu que derrote o Flu

Cristiano Barbosa Lima | Cristiano Barbosa Lima | 24/02/2012 09h49

Tricolores de coração,


desde que começou esta temporada de futebol de 2012, parece que o disco arranhou.  O assunto é sempre o mesmo: o Fluminense não vence clássico há cerca de um ano; o Fluminense não vence o Botafogo no Engenhão.


Algo chato. Quase um mantra para muitos confrades de profissão. E ontem, o Fluminense mais uma vez não venceu um clássico, não derrotou o Botafogo no Engenhão,... E daí? Nosso time teve uma atuação bem convincente. Se apresentou muito melhor no ataque e a defesa não vacilou em demasia. Enquanto o Botafogo não criava oportunidade até o momento que marcou 1 a 0.  Realmente, eles foram mais eficientes. Na única chance clara de gol, eles marcaram. Com facilidade nós chegamos ao empate.


Os confrades novamente de plantão se manifestaram. O mantra após o empate no tempo normal se transformou em: o Botafogo tem melhor goleiro e melhores cobradores, já era o Fluminense.


Nobres tricolores, demos mais uma linda lição de moral com muito requinte e educação. Nem sempre é necessário vencer para sair de campo carregando os louros da vitória. Ontem, poderíamos ter dado uma incrível goleada naquele time que tem como ídolo um modelo de perucas. Poderia ter sido de 4, 5 e até mesmo 6. Mas o Fluminense foi nobre e deu a eles o sabor de manterem uma escrita, um tabu. Mas garantimos com muita fidalguia a nossa vaga para final da Taça Guanabara. Desta vez será contra o Vasco que só anda vencendo. Até de nós já ganharam com um craque que carregava um apito na boca que jogou a favor deles. Entretanto, o futebol é carregado numa mala mística. E muitos que viram sabem que o time da Colina é nosso freguês. Os que não viram, ouviram e resta agora eles verem para crerem. Falo desde já que o Vasco nos deve uma. E será cobrada com juros. E não há mantra que derrote a mística, nem o Fluminense.


Saudações tricolores!

 

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O show tá começando

Cristiano Barbosa Lima | Cristiano Barbosa Lima | 19/02/2012 07h32

Tricolores de coração,


o Fluminense mais uma vez contrariou a matemática, a estatística. Sem jogar ainda um futebol convincente, o tricolor assegurou uma vaga para a semifinal do Campeonato Carioca. Derrotamos dois pequenos e contamos com a colaboração do Vasco. A nossa torcida mais uma vez se fez presente e se não fosse por ela, a vaga não teria sido conquistada. Foram necessárias muitas críticas ao técnico Abel Braga, que desde o ano passado, ainda não arrumou e nem definiu um padrão tático do time, para que o mesmo resolvesse escalar o jovem Wellington Nem entre os titulares. E foi assim sem nenhum padrão de jogo que fomos para cima do Bangu e vencemos na garra dos nossos guerreiros e com sobras.


Vem agora o segundo passo. Abel não conseguiu, desde que assumiu o comando do Flu, vencer um clássico sequer. Chegou à hora de fazer valer a nossa superioridade e transportá-la do papel para as quatro linhas. Clássico é clássico e por isso, nunca há um favorito. Mas chegou a hora do Fluminense. Independente de ‘aburrices’.


O grupo está fechado e sólido. Nossos guerreiros estão sedentos pela trincheira que os aguarda nessa semana pós-carnaval. E repito mais uma vez para todos vocês, meus nobres leitores, eu sempre acredito. Basta o time entrar em campo trajando no coração as cores do nosso pavilhão e honrando nosso manto para garantirmos uma vaga na final do Campeonato Carioca.


Saudações tricolores!!

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A sombra da incompetência alheia

Cristiano Barbosa Lima | Cristiano Barbosa Lima | 14/02/2012 09h46

Tricolores de coração,


temos um elenco de ponta. Jogadores que sabem fazer a diferença. Mas existem detalhes que colocam um processo de investimento abaixo. No nosso caso, dois são notórios: o treinador e a péssima qualidade dos árbitros do desorganizado Campeonato Carioca.


Vou começar pelo primeiro. Os homens que carregam o apito na boca e nas mãos o poder de dar ou retirar a felicidade de milhões de apaixonados torcedores que gastam o dinheiro suado para assistir um jogo do time de coração.  


Ontem, o diretor da comissão de arbitragem, Jorge Rabello, tentando defender a atuação do fatídico árbitro Antônio Frederico Scheneider no clássico contra o Vasco, do último domingo, falou algo fora da alçada dele. Esse cidadão ao invés de ficar somente no mérito da arbitragem resolveu desdenhar do investimento que o Fluminense fez para esta temporada. Irei reproduzir as palavras do próprio Rabello:


- eles (Fluminense) reclamam de arbitragem porque é melhor falar sobre isso. Por que, com uma folha salarial de R$ 7 milhões, empata com o Duque de Caxias, que tem uma folha de R4 100 mil?


Os amigos que já me acompanham desde a minha coluna no site srzd.com já devem ter lido algumas vezes meus apelos para que o Fluminense reforçasse o departamento Jurídico do clube. O motivo é esse. Quem é esse cidadão para emitir a opinião sobre os investimentos do Fluminense na temporada? Aí chegamos ao ponto da inversão de valores. Ora, se um jogador de futebol questionasse a arbitragem de uma partida, levaria um gancho de meses. E esse Rabello? Ele não pode sair impune dessa. Espero que o presidente do Fluminense Peter Siemsen use todo o talento dele como grande advogado e faça esse sujeito pagar pelas infelizes palavras. E mais, aproveite a oportunidade e reorganize o departamento Jurídico do Fluminense, que está largado às traças desde os tempos do saudoso Vilela.


Vamos agora para o segundo ponto: Abel Braga. Não farei mais críticas a ele na coluna de hoje. Mas já há quem diga nas Laranjeiras que Renato Gaúcho já estaria acertado com o tricolor, caso Abel tropece contra o Americano, amanhã. É ver para crer...


Saudações tricolores!

 

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Se o Aburrão Braga for demitido hoje o Fluminense ainda tem chance de salvar o ano

Cristiano Barbosa Lima | Cristiano Barbosa Lima | 12/02/2012 22h08

Tricolores de coração,


antes da partida começar, o distribuidor de camisas do Fluminense disse que o empate seria um bom resultado para nós. Com essa mentalidade tacanha que o nosso time está sendo comandado. Muitos de vocês, nobres tricolores, devem estar dizendo: - o culpado pela derrota de virada contra o Vasco foi o árbitro!
Mas falo com total segurança que foi o Abel Braga.


Escalar mal o time colocando jogadores nulos como o Rafael Sóbis e Bruno não é culpa de nenhum árbitro. Escalar Edinho de volante e deixar Leandro Eusébio e Anderson na defesa também não é. Será possível termos que sofrer um gol, para que esse treinadorzinho coloque o Wellington Nem?


E o Carlinhos?? Será que só o Abel ainda não percebeu que o Thiago Carleto é muito superior? Abel tem mostrado que gosta de ter em campo jogadores omissos como Sóbis, Wágner, Bruno,... Além disso, ele está sacrificando o Fred, fazendo ele voltar toda hora até a defesa para fazer uma função que não é a dele ou o Fred não é mais atacante? O pior é que o Aburrão durante a semana disse que a dupla de zaga do Fluminense - Leandro Eusébio-Anderson - é a melhor do futebol brasileiro.  Será que agora, ávidos leitores vocês estão convencidos que o Abel é o culpado pela derrota do Fluminense? Que é dele a culpa de não vencermos os clássicos? Ele ter classificado o Fluminense para a Copa Libertadores da América não foi mais que obrigação. Afinal, ele comanda um time, por sinal o único, que conta com um elenco recheado de grandes jogadores que recebem em dia. Pois é, Aburrão conseguiu praticamente eliminar o Fluminense do tosco Campeonato Carioca faltando ainda duas rodadas para acabar a fase classificatória.


O árbitro dessa partida Antonio Frederico de Carvalho Schneider deveria sair algemado direto para o presídio de segurança máxima de Bangu. A diretoria do Fluminense deve tomar todas as medidas que estiverem ao alcance para que esse sujeito seja devidamente punido. E mais. Por culpa desses árbitros mal-intencionados que o Aburrão vai sustentando o cargo. Sempre colocando a culpa na arbitragem.


Por sorte, falta quase um mês para o jogo contra o Boca Jrs, na La Bombonera. Ou seja, dá tempo de contratarmos um treinador e ele poder montar uma equipe com padrões de jogo sem ser o chutão para frente. Só assim para salvarmos esse ano...


Saudações tricolores!!

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Luto pela morte de um jovem é sinal de alerta para os amantes do futebol

Cristiano Barbosa Lima | Cristiano Barbosa Lima | 10/02/2012 14h33

Infelizmente, começo a coluna de hoje sem falar do futebol. Esporte que amo e que nos dá muitas alegrias. Mas o descaso e a forma inacreditável que morreu Wendel Junio Venâncio da Silva,de 14 anos, na manhã da última quinta-feira, durante um treinamento do time infantil do Vasco não me permite ficar calado. Um menino que tinha um sonho.

Independentemente de se tornar ou não um ícone do futebol, Wendel teve o sonho barbaramente interrompido. Penso agora na família dessa criança que confiou o filho a um clube grande do futebol brasileiro. Pelo menos, o gerente das categorias de base do Vasco, Humberto Rocha, admitiu que não havia médico no local durante a atividade. Algo absurdo e que não trará mais, mesmo admitindo, a vida de Wendel.


O clássico de domingo entre o Fluminense e Vasco está manchado por esse luto. Talvez tenha chegado à hora de reflexão do futebol brasileiro. Se bem que esse futebol que jogamos agora não é mais o brasileiro, mas algo que parece com futebol e que tem dado sempre errado ultimamente.


Há algum tempo venho me perguntando: - será que vale à pena pegar um garoto grande que não sabe futebol, mas só por ele ter corpo e altura e tentar ensinar algo que é um dom? Não seria melhor fazer o inverso? Pegar uma criança que tenha o dom, mesmo que não tenha altura e corpo e trabalhara para que esta desenvolva um corpo mais atlético?


Mas com a infeliz morte de Wendel percebo que a coisa tá pior do que a escolha de garotos que possam vir a se tornarem jogadores. O caso de polícia que aconteceu no Vasco me faz sentir um medo de saber que o Brasil não fabrica mais craques, e sim, os mata.

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