A filhA Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) passou por recuo na última hora dos negócios desta quinta-feira ao seguir o embalo de Nova York e acabou limitando sua melhora, ainda assim, conseguiu marcar sua oitava alta seguida. O avanço se deve a uma empolgação dos investidores com a possível redução de juros tanto no Brasil como nos Estados Unidos. O Ibovespa terminou a sessão com valorização de 0,75%, marcando 62.953,06. Nesses oito pregões de alta seguida, a Bolsa soma avanço de 6,43%. No mês e no ano, o índice registra apreciação de 10,92%.
Nos Estados Unidos, os principais índices acionários de Wall Street terminaram o pregão do dia em queda, devolvendo parte dos avanços de ontem. A variação foi animada pelo pessimismo dos investidores após um recuo nas vendas de casas novas. Além disso, o setor bancário não manteve bons números e recuou cerca de 3,3% no país. Dow Jones caiu 0,18%, S&P 500 perdeu 0,57% e o medidor eletrônico Nasdaq perdeu 0,46%.
O dólar voltou a cair nesta quinta-feira após recuperar alguns pontos nos dois últimos dias. A moeda norte-americana seguiu também o ânimo imposto pelo anúncio dos Estados Unidos sobre um controle melhor dos juros, caindo em 0,95% e ficando cotada R$ 1,7442. Na semana a divisa acumula 0,86% de desvalorização e fica 6,65% mais fraca no ano.
Na Europa, os principais índices das ações terminaram com novo fôlego, um reflexo da reação positiva dos investidores diante da nova sinalização do Federal Reserve (banco central dos Estados Unidos, o Fed) para os juros. Além disso, as praças locais revelaram um relatório indicando uma nova proposta dos credores gregos para chegar a um acordo sobre a dívida.
Frankfurt subiu 1,84%, Paris avançou 1,53%, Milão conquistou mais 1,78%, Londres ganhou 1,22%, Madr valorizou 1,78%, e Lisboa melhorou em 0,96%.






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