Bolsas pelo mundo sofrem com fraca negociação da Grécia

Redação SRZD | Economia | 30/01/2012 20h33

Foto: DivulgaçãoA Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) teimou seu segundo dia de perdas depois de conseguir uma célebre trajetória de oito altas em sequencia. Nesta segunda-feira, o Ibovespa terminou o pregão com menos 0,21%, marcando 62.770 pontos. O giro financeiro foi de R$ 6,11 bilhões. A trajetória negativa seguiu a lógica internacional com os investidores temendo o impasse sobre um acordo para a dívida grega.

Nos Estados Unidos, os principais índices acionários de Wall Street terminaram o pregão em baixa. Para os norte-americanos, o temos com a dívida grega e informações da fragilidade interna comprometeram os negócios, variando de acordo com o cenário internacional. Assim, o índice industrial Dow Jones perdeu 0,05%, o S&P 500 recuou 0,25% e a bolsa eletrônica Nasdaq caiu 0,16%.

O dólar começou a semana avançando diante das outras moedas mundiais e não foi diferente para com o real. A reviravolta foi causada novamente pela aversão ao risco dos mercados, sobretudo pela falta de uma solução nos acordos para a reestruturação da economia grega. Os dados fracos vindos da Zona do euro e notícias de uma recuperação lenda para os Estados Unidos também forçaram uma contenção da moeda no território local.

Sendo assim, a divisa oscilou a direção por diversas vezes nesta segunda-feira mas terminou os negócios a R$ 1,7490, com avanço de 0,40% após ter terminado a semana passada com o menor valor desde 4 de novembro. No mês e ano, a perda acumulada é de 6,42%.

Na Europa, os principais índices das ações terminaram o primeiro dia da semana com a pior marca dos últimas 15 dias após serem pressionados pela complicada negociação por um acordo entre a Grécia e seus credores. Os dados fracos sobre consumo nos Estados Unidos também contribuíram para uma queda generalizada nas ações e setores.

Londres terminou com menos 1,09%, Frankfurt perdeu 1,04%, Paris caiu 1,6%, Milão recuou 1,21%, Madi desvalorizou 1,62% e Lisboa recuou 2,45%.

Comentários (1)

Isso evita spams e mensagens automáticas.

SzBgGlDwmMcc

10/02/2012 12:26:39

É isso aí, a culpa asosla a maioria das mães (ainda me pergunto como tem mulher que não sente culpa), pode ser pobre, rica, branca, preta, o que a gente quer mesmo é ficar grudada na cria, e não sentir que estamos abdicando da presença deles pelo trabalho, nem estamos deixando de acompanhar tudo com eles, como deveria. A culpa segue latente.BeijosPriscila e Beatriz

Também sobre Economia