Assaltantes roubam três livros raros do Instituto de Botânica de São Paulo

Redação SRZD | Nacional | 04/02/2012 11h38

Foto: Reprodução de InternetO Departamento de Investigações sobre Crime Organizado (Deic) vai apurar o caso do assalto ao Instituto de Botânica do Estado de São Paulo. A assessoria de imprensa anunciou, nesta sexta-feira, que os retratos falados já estão sendo feitos de acordo com depoimentos de funcionários do Instituto, que foi invadido na quinta-feira por assaltantes armados. Os criminosos levaram três livros raros.

Há seis meses, a Polícia Federal do Rio de Janeiro alertou sobre o perigo de roubo no local, o que fez o Instituto reforçar a segurança, segundo a diretora Vera Bonomi. Ela disse que a polícia gravou um telefonema no qual detentos de presídios fluminense conversavam sobre os livros que seriam roubados ou furtados. A diretora afirmou que uma das obras listadas na gravação foi levada.

Após renderem bibliotecários e estagiários, os assaltantes levaram as publicações Flora Fluminensis (11 volumes), de 1827, Sertum palmarum brasiliensium (dois volumes), de 1903, e Les Bambusees (dois volumes) de 1913. Todas são raras, técnicas e pouco encontradas no comércio.

Quem encontrar informações sobre o destino dos livros deve entrar em contato com o Instituto de Botânica de SP pelos telefones (11) 5073-2860 e (11) 8787-1414.

Foto: Reprodução de Internet

Foto: Reprodução de Internet

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Comentários (5)

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Departamento de zoologico

06/02/2012 11:29:26

p/ análise

cesarvolpe

05/02/2012 08:37:30

precisa tentar pagar um resgate pelos livros, perde-se dinheiro com ladrão, mas pelo menos os livros não se perderão para fora do país; com tanto ladrão aqui ganhando dinheiro em cargo oficial para não fazer nada, só a opção de gastar com o patrimônio nacional já seria em si um lucro...

A multidão cega

04/02/2012 17:34:23

Para as pessoas da multidão isso é uma coisa banal. Afinal para que servem livros. Bem mas o caso é que esses livros continham toda a informação do conhecimento fitoterápico da flora e da botânica brasileira. Em outras palavras, continha informações sobre os verdadeiros remédios que nós deveríamos conhecer para nos livrarmos da dependência dos laboratórios multinacionais que apenas roubam nosso conhecimento. Depois nos vendem caro sob a forma de patentes e direitos sobre fórmulas que encarecem brutalmente o nosso remédio. Depois dessa não é necessário dizer quem foi que roubou os nossos livros.

mariana

04/02/2012 17:09:54

o povo nao tem mais o que roubar vai roubar livros.

Harold

04/02/2012 15:02:37

Vão pesquisar uma nova forma de cultivar a "cannabis sativa". Como um dos compêndios está em francês , nada melhor que pedir ao usuário fumando henrique cardoso uma "ajudazinha" na leitura . O professor diz que "escreveu" A Soma e o resto....... mas ...... que coincidência ........! o escritor francês Henri Lefrèbvre escreveu em 1958 "La somme et le reste" também ! Quem será que plagiou ? Pela data das obras ......... O professor fhc disse que gostou muito do filme "O homem que copiava".......Sabendo francês e sendo TUCANALHA e PIRATA DO CARIBE, sei não.......!

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